Suprema Corte mantém ordem de auditoria forense na arbitragem Daiichi Sankyo-Fortis
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Resumo
- A Suprema Corte da Índia manteve a decisão de auditoria forense do Tribunal Superior de Delhi.
- A auditoria buscará rastrear a alegada dissipação de ações da Fortis durante a arbitragem Daiichi Sankyo.
- A decisão integra os procedimentos de execução da sentença arbitral.
- A Suprema Corte recusou-se a intervir na determinação do tribunal de instância inferior.
Visão geral
A Suprema Corte da Índia decidiu não interferir em uma determinação do Tribunal Superior de Delhi que ordena uma auditoria forense relacionada à alegada dissipação de ações da Fortis durante o caso de arbitragem Daiichi Sankyo.
O desdobramento diz respeito a procedimentos de execução em andamento ligados a uma sentença arbitral envolvendo a Daiichi Sankyo.
O que aconteceu
A Suprema Corte da Índia recusou-se a interferir em uma determinação do Tribunal Superior de Delhi que ordena uma auditoria forense abrangente.
A auditoria tem por objetivo rastrear a alegada dissipação de ações da Fortis durante o período relevante para o caso de arbitragem Daiichi Sankyo.
A determinação foi emitida como parte de procedimentos de execução relacionados a uma sentença arbitral em favor da Daiichi Sankyo.
Ao recusar intervir, a Suprema Corte permite que o processo de auditoria forense siga adiante.
Contexto
A Daiichi Sankyo obteve anteriormente uma sentença arbitral em disputa com ex-promotores da Fortis.
Os procedimentos de execução na Índia incluíram esforços para rastrear e assegurar ações e ativos relevantes.
Porque importa
- A decisão da Suprema Corte permite a continuidade de uma investigação sobre a movimentação de ativos que pode afetar a execução de uma sentença arbitral.
- O resultado da auditoria forense pode influenciar a capacidade da Daiichi Sankyo de recuperar valores com base na sentença arbitral.
- O caso evidencia o papel das auditorias forenses nos procedimentos de execução de sentenças arbitrais na Índia.
